Desce daí muleke! O dia que ele aprendeu a emoção de ser Palmeirense.
03/12/2018 16:30 em Esportes

     Desce daí muleke! Sorriso e sorriso, era essa a expressão do muleke. Muleke com K de LoKo, Malandro e Palmeirense. Independente do perigo, o menino torcia em cima do semáforo com seu K de LOKO. “Onde está a mãe dessa criança? Ele vai cair!” Não importa nada disso. Talvez hoje, aquele menino tenha entendido o que é ser palmeirense, com seu K de LouKura.

     Junto do poste como seu porto seguro e sorriso como melhor amigo, o menino entendeu a essência daquela que um dia já foi Turiassú e hoje é Palestra Itália, reduto dos palmeirenses. De lá o garoto pulou no gol de Dracena, vibrou no gol de Scarpa, e quase caiu no Gol de Bruno Henrique. Garanto que ele choraria quando caísse mas de alegria e não tristeza.

     Por lá ficou, até o apito final, vendo o Palmeiras levantar a taça. E até o apito final lá estava, sem se preocupar com nada. Só sentido, vibrando e se emocionando.

    Um dia o pai de Mauro Beting, grande Joelmir Beting disse: Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense... É simplesmente impossível! Cada dia que passa essa frase faz mais sentindo, assim como é impossível explicar a emoção, seria impossível tirar o muleke dali, que com certeza entendeu o que é ser palmeirense.

 

Arthur Batista

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