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Almanaque do JEC: José Maria de Aquino
28/07/2017 - 0h38 em História E.C.

José Maria de Aquino, nascido em Miracema, no dia 18 de agosto de 1933, é um jornalista e advogado brasileiro. O jornalista Cláudio de Souza, o primeiro diretor da revista Placar, diz que Aquino era na época "o melhor repórter esportivo do país, como continuou sendo, por ser ético, trabalhador e extremamente profissional".

Sua carreira como jornalista foi iniciada em 1965, no Jornal da Tarde, como repórter. Lá conquistou, ao lado de Michel Laurence, o Prêmio Esso de jornalismo em 1969 com a matéria "O jogador é um escravo". Laurence cuidou das entrevistas, enquanto Aquino foi o responsável pela parte jurídica, por causa de sua formação em Direito. Em 1970 participou de um concurso da Editora Abril e foi aprovado para ser repórter na Placar, que seria aberta em março daquele ano. Ele fez parte do expediente da primeira edição. Só deixaria a revista em 1982, quando recebeu um convite de Laurence, então na TV Globo, para comentar a Copa do Mundo daquele ano. De início, a ideia era que ele não deixasse a redação, mas a Abril só concordaria em "emprestá-lo" se, a cada vez que ele fosse comentar, recebesse o crédito de que era um jornalista da revista Placar, com o que a Globo não concordou. Então ele decidiu sair da revista para formar uma das equipes da emissora na competição. Na Globo seria ainda chefe de redação. Mais tarde, passaria por O Estado de S. Paulo e Sportv e o Terra Esportes.

Carioca e irmão de outros grandes jornalistas como o saudoso Paulo de Aquino, "Zé Maria" é testemunha ocular dos melhores momentos vividos por Pelé e pelo futebol brasileiro. São-paulino, em 1º de dezembro de 2014 recebeu o o Troféu Ford ACEESP Ely Coimbra em homenagem póstuma ao amigo Michel Laurence.

 

Fonte: Wikipédia e Site Terceiro Tempo

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